quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Livro sobre crime organizado provoca crise na Polícia Militar do Espírito Santo

O livro "Espírito Santo" provocou uma crise na Polícia Militar capixaba, onde alguns coronéis ameaçam entregar o cargo por conta do conteúdo da obra de 240 páginas, que utiliza nomes fictícios para falar de militares, juízes e policiais suspeitos na morte de um juiz.

Lançado pela editora Objetiva, o livro narra a luta contra o crime organizado no Espírito Santo. Foi escrito pelo secretário de Segurança do Espírito Santo, Rodney Miranda, pelo juiz Carlos Eduardo Lemos e pelo antropólogo Luiz Eduardo Soares.

O mote é o assassinato em março de 2003 do juiz Alexandre Martins de Castro Filho, numa emboscada. O livro chama a atenção para a força do crime organizado e sua proximidade com o poder.

Os autores de "Espírito Santo" mostram como a criminalidade colocou um Estado de joelhos, revelando sua fragilidade diante de uma rede criminosa que chega a se confundir com as instituições públicas, tamanha a proximidade entre bandidos e autoridades.

Nesta terça-feira (3), o governo do Espírito Santo informou que ainda não recebeu o pedido de desligamento dos coronéis que ameaçam colocar o cargo à disposição.

Fonte: Livraria da Folha

Peça o seu pelo e-mail da nossa livraria: livraria@milpapeis.com.br

4ª Bienal Capixaba do Livro

Nos dias 05 a 15 de novembro de 2009 acontece a 4ª Bienal Capixaba do Livro no Shopping Norte Sul em Vitória. O evento contará com palestras, oficinas, desfile, contação de histórias e muito mais.

A Abertura ocorrerá às 19:00 hs com a presença de autoridades, do escritor e jornalista Ziraldo e do Coral de Jovens de Guarapari.

Mais informações, acesse o site Camara Capixaba do Livro ou siga o nosso Twitter.

Rafael Dadalto.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Livro, A História.

É comum você ouvir falar que vivemos na Era da Informação, e não é mentira, porém muitos antes da informação circular pela rede mundial de computadores (Web) ou em livros como hoje conhecemos, ela já fazia parte do cotidiano da população, seja em tabuletas de argila ou nos chamados Volumem na antiguidade romana, só que, é claro, naquela época não eram todos os habitantes que tinham acesso, por vários motivos entre eles a confecção dos volumes, é claro que existiam outras questões, mas vamos nos ater somente à questão técnica, deixaremos a posição ideológica para a próxima oportunidade.

Os primeiros materiais que foram utilizados para armazenar informação foram as tabuletas de argila ou de pedra (lembram dos livros dos Flinstones?) depois veio o papiro com os egípcios, por volta de 2.500 AC. O papiro é obtido utilizando a parte interna, branca e esponjosa, do caule do papiro, cortado em finas tiras que eram posteriormente molhadas, sobrepostas e cruzadas, para depois serem prensadas. A folha obtida era martelada, alisada e colada ao lado de outras folhas para formar uma longa fita que era depois enrolada.

Os antigos gregos criaram o Códex, que reunia todas as leis em um único livros, no inicio da Era Cristã os romanos aprimoram e criaram o Códex Romano . na idade média os livros eram tidos como objeto de salvação, nessa época surgiram os monges copistas, que estavam designados a fazer as cópias dos livros em tempo integral e com esse hábito foi criado também os primeiros textos didáticos para formação de monges. A evolução continuou, junto aos processos de produção dos livros a escrita evolui junto e passa a utilizar pontos e letras maiúsculas, assim como outros tipos de gêneros, textos eróticos e os florilégios (coletânea de vários autores) e o monopólio do latim perde sua força com a publicação na língua vernácula .

Em 1455 Johannse Gutemberg cria a prensa móvel , esse invento revoluciona todo o conceito de livros, a partir daí os livros serão produzidos em grande escala e com o custo reduzido, com isso o formato fica popular no mundo inteiro, e o primeiro livro a ser editado foi a Bíblia. Desde então o aprimoramento é continuo e hoje você pode encontrar desde livros grande, com muita ilustração até os pocket books ou livros de bolso, que tem seu valor reduzido e acessível a toda a população.


Tiago Cau